o sapo tocava harpa
o macaco o violino
o elefante o piano
o urubu o violâo
e a flauta quem tocava era o faisâo
o alaúde quem tocava era o gato
do mato
dai- emtra o ganba nesta festa tocando sua
gaita para o sultâo
o sabia sabichâo samba tocando saxofone para alegrar
toda a multidâo
a cobrar toca tambor o tatu dança e os bufalos cantâo
a zebra tocava violoncelo
a girafa tocava guitarra e cavaquinho
eles estavâo na fasta do palacio no harém
tocando para o sultâo e para as odaliscas dançar
o pinguim servia a mesa dos convidados
camelo caragueijos cavalo marinho
e leâo marinho no deserto
segunda-feira, 10 de maio de 2010
sexta-feira, 7 de maio de 2010
O trabalho dos tupinambás
poessias de Amelia
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os indigenas penssavâo que os brancos
como eles o chamavâo fossem deuses
que iriam os levar para alguma terra desconhecida
começou a escravisaçâo dos indigenas
eles eram obrigados a cortar varias arvores
dentre elas estava as arvores o pau-brasil
eles cortavâo as arvores e depois as caregavâo
ate as caravelas eles acreditavâo que aqueles homems bons
como eles o chamavâo reservava coisas boas para eles
como eles o chamavâo fossem deuses
que iriam os levar para alguma terra desconhecida
começou a escravisaçâo dos indigenas
eles eram obrigados a cortar varias arvores
dentre elas estava as arvores o pau-brasil
eles cortavâo as arvores e depois as caregavâo
ate as caravelas eles acreditavâo que aqueles homems bons
como eles o chamavâo reservava coisas boas para eles
- muitos dos indios cansarâo de trabalhar a luta
era a unica forma de se denfender daquela escravidâo
e de defender a terra deles apesar da luta os indios
perderâo a guerra por que se assustavâo com o barulho
das armas dos brancos
alguns indios tinhâo ate se aliado com os portugueses
para guerrear contra os indios inimigos e os indios
prisioneiros eram vendidos como escravos e tinhâo
que transportar nos ombros as madeiras ate as caravelas
os indios que ficassem do lado dos portugueses
teriâo uma boa vida e os indigenas que se recusa sem
a conversâo a fe cristâ era preso eles tinhâo que pasar para o outro
grupo religioso dai- começou um longo trabalho o de plantar a cana de açúcar e oarroz e o
cafe
e para isso acontecer eles tinhâo que destroir as matas
era a unica forma de se denfender daquela escravidâo
e de defender a terra deles apesar da luta os indios
perderâo a guerra por que se assustavâo com o barulho
das armas dos brancos
alguns indios tinhâo ate se aliado com os portugueses
para guerrear contra os indios inimigos e os indios
prisioneiros eram vendidos como escravos e tinhâo
que transportar nos ombros as madeiras ate as caravelas
os indios que ficassem do lado dos portugueses
teriâo uma boa vida e os indigenas que se recusa sem
a conversâo a fe cristâ era preso eles tinhâo que pasar para o outro
grupo religioso dai- começou um longo trabalho o de plantar a cana de açúcar e oarroz e o
cafe
e para isso acontecer eles tinhâo que destroir as matas
onde os portugueses virâo os passarinhos
começou aperseguiçâo aos animais
Postado por poesias de Amelia às 12:20
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Postado por poesias de Amelia às 12:09
começou aperseguiçâo aos animais
Postado por poesias de Amelia às 12:20
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pirâmide
as portas da pirâmide foram se abrindo
feixei os olhos uma luz forte quase me cegou
vi uma escadaria enorme que levava para dentro dela
fui colocando fogo nas pedras
que estavâo presa nas paredes so para nâo me perde ali dentro de repente senti um frio
enorme me abraçando por dentro eu vi uma pedra enorme represemtando a imagem
de um corvo e a de um deus da guerraencontrei um livro enorme onde falava
do geito mesmo que eles faziam a mumificasâo e derepente as estatuas começarâo
a caminhar em minha direçâo foi quando nâo consegui ficar mais dentro daquele lugar
eu vi monstros em todos os lugares daquele castelo eu vi varios monstrros vindo
em minha direção e a pirâmide foi se feixando eu corri muito para nâo ficar presa dentro
daquele museu
Postado por poesias de Amelia às 13:51
feixei os olhos uma luz forte quase me cegou
vi uma escadaria enorme que levava para dentro dela
fui colocando fogo nas pedras
que estavâo presa nas paredes so para nâo me perde ali dentro de repente senti um frio
enorme me abraçando por dentro eu vi uma pedra enorme represemtando a imagem
de um corvo e a de um deus da guerraencontrei um livro enorme onde falava
do geito mesmo que eles faziam a mumificasâo e derepente as estatuas começarâo
a caminhar em minha direçâo foi quando nâo consegui ficar mais dentro daquele lugar
eu vi monstros em todos os lugares daquele castelo eu vi varios monstrros vindo
em minha direção e a pirâmide foi se feixando eu corri muito para nâo ficar presa dentro
daquele museu
quarta-feira, 5 de maio de 2010
segunda-feira, 3 de maio de 2010
caravela
o vento vai levando o navio pra longe
os homems guardâo as cordas que estavâo caidas no châo
quantos golfinhos que lindo é o mar lá na frente tem uma ilha
dizem que ela era um vulcâo as lavas daquele vulcâo
engoliu muitos peixes e muitas caravelas mas mesmo
assim amo navegar nâo tenho medo do perigo
hoje eu vi lindas flores perto da andaluzia na espanha
depois viajei até o mar vermelho onde te encontrei
depois de muito tempo volteipra salvador apos a guerra
fugi e depois me escondi dentro de um circo onde nâo consegui
mais sair
os homems guardâo as cordas que estavâo caidas no châo
quantos golfinhos que lindo é o mar lá na frente tem uma ilha
dizem que ela era um vulcâo as lavas daquele vulcâo
engoliu muitos peixes e muitas caravelas mas mesmo
assim amo navegar nâo tenho medo do perigo
hoje eu vi lindas flores perto da andaluzia na espanha
depois viajei até o mar vermelho onde te encontrei
depois de muito tempo volteipra salvador apos a guerra
fugi e depois me escondi dentro de um circo onde nâo consegui
mais sair
menestrel
guereiro medieval sonhador vivia ne uma casinha
perto da catedral de notre dame nâo era cigano
nâo era escravo mas era contra a cristandade
vivia só pra fazer lomgas guerras só pra prejudicar
a vida dos reis que haviam enriquecido as custas
de doaçôes feitas pelos pobres
mas amava falar das emoçôes dos reis e dos sentimentos deles
ao receber aquelas doaçôes na igreja mas de alguma forma lirica
quem iria dançar ali seriâo os volumtarios
volumtario aquele que trabalha gratuitamente em alguma coisa
ele é o que toma o nome de voluntario e tambem ele é sempre
o primeiro que pergunta pra onde é que forâo as outras doaçôes
perto da catedral de notre dame nâo era cigano
nâo era escravo mas era contra a cristandade
vivia só pra fazer lomgas guerras só pra prejudicar
a vida dos reis que haviam enriquecido as custas
de doaçôes feitas pelos pobres
mas amava falar das emoçôes dos reis e dos sentimentos deles
ao receber aquelas doaçôes na igreja mas de alguma forma lirica
quem iria dançar ali seriâo os volumtarios
volumtario aquele que trabalha gratuitamente em alguma coisa
ele é o que toma o nome de voluntario e tambem ele é sempre
o primeiro que pergunta pra onde é que forâo as outras doaçôes
pintura viva
ó insetos gafanhotos ó fabulosas fadas dos rios
elas só queriam fazer pedidos a vocês
mas aquele passarinho a ninfa dos rios
ela se escondeu das meninas mas
elas sorriam e sonhavâo e dansavâo no jardim
e varias borboletas vinhâo a segurar em seus vestidos
perfumado de flor dos compos aquelas trez meninas
viviam perto de um rio lá existia uma fada e um anjo o cupido
ele era parecido com um urso o nome dele era cogumelo
lá na frete eu vi um menino ele pegava uma maçâ verde para
a mâe dele e as folhas das arvores começarâo a cair e
eu vi varias pessoas gritando nâo deixe eles queimarem os pneus
ó ninfa salve o vento pois ele é o nosso ar
elas só queriam fazer pedidos a vocês
mas aquele passarinho a ninfa dos rios
ela se escondeu das meninas mas
elas sorriam e sonhavâo e dansavâo no jardim
e varias borboletas vinhâo a segurar em seus vestidos
perfumado de flor dos compos aquelas trez meninas
viviam perto de um rio lá existia uma fada e um anjo o cupido
ele era parecido com um urso o nome dele era cogumelo
lá na frete eu vi um menino ele pegava uma maçâ verde para
a mâe dele e as folhas das arvores começarâo a cair e
eu vi varias pessoas gritando nâo deixe eles queimarem os pneus
ó ninfa salve o vento pois ele é o nosso ar
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