As cruzes as luzes me fazem sempre dizer que
Eu sempre morreria por você
Eu sou um cavalo selvagem
Eu sou um cavalo branco
Eu sou o sereno eu sou o orvalho
Eu buscava no vento as minhas poesias sou uma rosa selvagem
A flor mais dolorosa do jardim
Minhas poesias meus pensamentos
poemas solidâo o vento levarás as minhas poesias lomge os incensos vâo queimando na janela as moedas
No fundo do lago os peixes coloridos vâo nadando nos jardins dos pálacios dos castelos os cisnes e patos selvagens cantâo sua cançâo matutina manhã mimosa a mesa colorida os frutos maçã uvas bananas e laranjas e no mar os marinheiros nos navios cantâo uma cançâo de alguem que nâo tem o olho vesgo e que nâo fala pelo nariz uma canção de alguem que nâo é guordo e nâo usa chapeú eles cantâo a cançâo deles
Nenhum comentário:
Postar um comentário